Sabes, que no meio de tanta dor e sofrimento, tornaste na pessoa que és hoje. Uma pessoa forte, lutadora e que não desiste até naqueles obstáculos mais difíceis. Cada desilusão, cada mentira, foi uma facada no teu coração. Cada lição de vida tornou-te uma pessoa mais confiante e consciente da vida. Cada erro fez com deixasses de acreditar que o mundo não é assim tão bonito como parece. Que poucas pessoas da tua vida são de confiança, muito poucas. Tens de olhar em volta e pensar que existem pessoas más. Há quem te quer bem, há quem te quer mal. E aqueles que não confiam em ti, não te merecem. Porque sabes valorizar-te, sabes o que fizeste e o que não fizeste, consciência tranquila acima de tudo. Olhaste vezes sem conta para o céu para que tudo começasse a correr melhor, para que sentisses a felicidade só mais uma vez. Aconteceu muita desgraça, sofreste muito, e mesmo assim continuas aqui, a lutar por aquilo que gostas mais, ajudar e ouvir os outros. O que mais queres é que os teus amigos sejam felizes, e ajudaste alguns chegar ao patamar da felicidade, é a tua maior felicidade não é? Adoras vê-los a sorrir. Tu mereces tudo de bom, acredita nisso.
Agora é ao contrário! Em vez de mostrar fotografias tiradas por mim, mostro fotos que me tiraram durante essa aula!
Durante muitos anos tive oportunidade de visitar este festival onde podemos degustar vários pratos de diferentes regiões em todo o país. A maior parte das vezes que lá fui seguia sempre o mesmo ritual:comia no restaurante da Madeira, e à sobremesa saboreava o pão de rala (a minha perdição desde pequena!).
Desta vez foi igual, mas antes de ir ao restaurante fui comer bolo do caco! Depois da minha ida à Madeira, fiquei mais fã da poncha, da espetada de carne e do milho frito, mnhum!
Tive uma aula prática de laboratório audiovisual, é a minha cadeira preferida porque estamos a dar fotografia digital. Saímos à rua com o objetivo de tirarmos 10 fotografias de textura, linhas, perspetiva... Foi deveras divertido, e pela primeira vez experimentei tirar fotos com uma teleobjetiva. Estava um belo dia para tirar fotografias, e também pude tirar fotos às minhas amigas e elas a mim! :)

Acordei, no relógio estavam 12h certas, até que me lembrei que a hora tinha mudado! Hoje tive um almoço em casa da minha avó. Acordei com muita vontade de tirar fotos, já algum tempo não fazia isso! Pus a mesa, e agarrei logo na máquina. Foi esta a minha aventura.
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| Esta fotografia foi a minha avó que tirou! Gostei muito de a ensinar tirar fotografias com a minha máquina e não ficou nada mal! |
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| Toca a mudar as horas! |
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| A minha avó é muito artista, como gosta muito de burros fez uma cabeça de burro para a sala! |
Estes dias têm sido preenchidos com ensaios para o desfile do caloiro, praxes, aulas...Tudo isso faz com que eu não tenha tempo para nada, nem tirar fotos, nem postar. Tive o meu primeiro jantar de curso, e gostei muito! O desfile vai ser no dia 23 de Outubro (vai ser Inêsquecível!) e a partir daí vou estar livre de ensaios e vou ter tempo para fazer aquilo que mais gosto! Espero que corra tudo bem até lá!
Por: Fábio Santos
Não se pode falar de imagens sem primeiro entender quem está por detrás da foto. A alma da pessoa muitas vezes transpassa as fotografias pois ela não se consegue separar da imagem que cria. Temos que ter sempre em mente que a foto foi uma tentativa de recriar a visão da autora.
Assim, depois de entender isto, podemos então conhecer a autora destas Inêsquecíveis fotografias. Apesar de muitas vezes se pensar que uma imagem lê-se mais facilmente que por exemplo um texto, mas não é verdade. De facto, uma imagem, sendo analisada verdadeiramente, demora muito mais tempo que o texto, porque temos que não só considerar o autor, receptor, contexto, etc., mas outros elementos nativos de uma imagem, como a cor, enquadramento, escala, ângulo entre outros.
Primeiramente destaca-se o uso da focagem de objectos em primeiro plano, deixando muitas vezes o fundo desfocado. Isto mostra que a autora tem a preocupação em focar o mais importante da sua vida, não descoroando claro de todo o envolvente. Isto revela que existe um esforço em proteger o que para ela realmente importa, como a família, um tema recorrente nas fotos.
Outra caraterística muito distintiva são as cores. Mais uma vez transpassa uma preocupação em captar as cores e texturas no primeiro plano. Tenta manter as cores vivas e bem distintas, mas mantendo sempre as tonalidades nativas. A não edição das imagens revela uma intenção clara de procurar a verdade em tudo o que vê. Denota-se que a autora procura afastar-se de tudo o que é superficial e centra-se em algo mais profundo, algo com significado/importância para ela. Muitas vezes recai para a família como sendo o seu núcleo.
O enquadramento das fotografias é muito próprio, ainda que haja sempre uma tentativa em usar novos ângulos nas fotografias. Isto mostra que a autora quer mostrar através da sua fotografia a sua visão pessoal, afastando-se aqui de fotografias mais genéricas. Para além do bom gosto e dedicação às fotografias que produz, revela o esforço em conservar o seu individualismo como sendo algo inato e importante na sua vida. Mais uma vez, foca-se no que importa verdadeiramente.
Com isto consegue captar muito bem as texturas focadas em primeiro plano. É recorrente o foco nas mãos, não tentando dissimular os traços na pele mais sim evidenciando-os. Mostra uma consciência da efemeridade da vida, bem como a maturidade para entender o mundo que a rodeia.
Em todas fotografias ficamos com a sensação de preservação de um momento especial. Esse é o ponto de qualquer fotografia claro mas a autora tenta fazê-lo de uma forma muito honesta e verdadeira, não alterando o que vê nem tentando sequer melhorar o que a rodeia, quer apenas ser verdadeira com a sua imagem e principalmente consigo mesma. Procura sempre algo de verdadeiro em tudo o que faz e vive.
Numa nota pessoal, posso dizer que adorei as fotos. São lindas e espelham bem a natureza da Inês. É uma pessoa doce e carinhosa que apenas quer ser aceite como é e ser feliz. Ainda que a preservação da sua individualidade possa em alguns casos ter sido penosa, como aliás é comum com pessoas que se destacam da maioria, ela esforça-se por manter-se verdadeira ao seu coração.
Não costumo fazer bolos, mas hoje apeteceu-me fazer um. Enfeitei-o com fondant, foi a primeira vez que fiz um bolo deste género e sei que há muitas falhas. O que interessa é que ficou bom e toda a gente gostou! Eheh
Confesso que ao início eu não queria ir às praxes, mas como queria viver aquilo que maior parte das pessoas vivem nesta etapa tão importante, então, lá fui. É um mundo completamente diferente, onde fazemos novas amizades, onde sentimos que estamos numa ditadura e noutras sentimos que estamos a divertirmos à brava. Hoje foi o meu batizado, ontem foi a minha procissão de velas, estou a tentar aproveitar ao máximo, sei que isto de alguma forma vai ficar marcado no meu coração: pelas amizades que fiz, por estar incluída agora numa família acadêmica onde sou muito acarinhada, pelas dedicatórias que fizeram nas minhas "orelhas de burro"...Até agora foi sem dúvida, Inêsquecível. E não me arrependo de ir às praxes, na minha escola há muito respeito entre veteranos e caloiros.

































